Assim como o poeta Schmidt - embora, com bem menos eficiência, claro - o Ficcionista também já abasteceu de água o Distrito Federal.
Como considerado, por falta de pares, profissional em franca ascensão, foi atirado à imensa responsabilidade de ocupar vaga remanescente - e pouquíssimo disputada - do curso que tinha o corriqueiro título de "Hidráulica e Pneumática para Jovens Reptilianos no Contexto da Pós-Revolução Menchevique".
As anotações do caderno mostram, no mínimo, duas significativas - ou nem tanto - coisas sobre seu autor:
1) o quanto ele aprendeu pouco sobre o assunto e
2) o quanto ele é bobo.
Retomando as primeiras lições deste pequeno antro de infinitas reminiscências,
é preciso parar de ser assim:
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